
- do cheiro que escapa do saco onde ainda estão os dois ramos de oregãos que os pais e a M. trouxeram do Alentejo
- dos dias longos
- de ficar a sentir a M. a dormir
- de apanhar os meus peixes com a mão na altura de tratar do aquário e de ficar depois a vê-los nadar na serenidade da sua pacata vida
- de gelatina fora de horas
- das cumplicidades únicas que os olhares podem ter
- do arroz doce da Tita que é o melhor do mundo
- de perceber que tenho sido até hoje capaz de mais e melhor
- de pensar que vou poder voltar ao voluntariado mais depressa do que pensava
- de saber que sempre fui a menina do papá e de saber que a M. também é a do seu
* e vou tentar não me esquecer...
enternecedor...
ResponderEliminarbj e continua feliz!
Lindo, lindo!!
ResponderEliminarHá no meio disso tudo algo de que também gosto muito...
Que bom ve-la(lê-la!) tão animada e plena de força e projectos que a fazem feliz e inteira...
Bjo
L.